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CNMP aprova mudança em resolução sobre exercício de cargos públicos por membros

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O Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou hoje, dia 15, por maioria, proposta que altera a Resolução CNMP nº 5/06, revogando a proibição de afastamento para exercício de cargos públicos por membros do Ministério Público. De autoria da conselheira Claudia Chagas, o texto aprovado exclui os artigos 2º, 3º e 4º da Resolução 5/2006, que vedavam o afastamento de membros do MP para ocupação de cargos públicos fora da instituição, salvo para o exercício de uma função de magistério.

Com a mudança na Resolução nº 5/06, o Plenário considerou improcedentes os Procedimentos de Controle Administrativo (PCAs) nº 116/2011-18 e nº 149/2011-50, que questionavam as autorizações de afastamento para exercício de cargo público concedidas aos promotores de Justiça Augusto Rossini e Almiro Sena, dos Ministérios Públicos de São Paulo e da Bahia, respectivamente. No final de janeiro, Augusto Rossini assumiu a direção do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça; e Almiro Sena, a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Governo da Bahia.

Os dois PCAs estavam sob a relatoria da conselheira Claudia Chagas, que argumentou na justificativa da proposta que há interpretações diversas para os artigos 128, 5º, II, d e 129, IX, da Constituição Federal, algumas das quais entendem ser possível o afastamento de membros do MP para ocupar cargos públicos. A conselheira entende que, como a matéria ainda não está pacificada, não seria conveniente a expedição de ato regulamentar restritivo de direito em matéria controvertida. A proibição para exercício de atividade político-partidária permanece.

Já na sessão ocorrida em 22 de fevereiro último, o CNMP havia se decidido pela liberação de procuradores e promotores de Justiça para ocuparem cargos na administração pública. Na oportunidade, seria apreciado o caso do promotor de Justiça Augusto Rossini. No entanto, o julgamento acabou por não ocorrer já que os conselheiros encaminharam duas propostas distintas que retiraram o sentido da deliberação. As duas proposições tramitaram regimentalmente, sendo hoje apresentada a fisionomia final da resolução, que foi aprovada.

Foi uma importante conquista para o Ministério Público brasileiro, e estão de parabéns o CNMP, o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) e a Associação Nacional do Ministério Público (Conamp), uma vez que todos contribuíram, cada um no seu âmbito, para o desenho final dessa empreitada vitoriosa, afirmou o procurador-geral de Justiça da Bahia, Wellington César Lima e Silva, que se encontra no Maranhão, onde participa amanhã da reunião do CNPG. Fica a expectativa de que tal posicionamento se consolide e produza importantes resultados para administração pública e a sociedade brasileira, na medida em que o aparelho de estado e a população sejam beneficiados pelo talento, expertise e dedicação profissional de inúmeros quadros do Ministério Público de todo o país, conclui o chefe do MP baiano.

Com informações da Secretaria de Comunicação do CNMP

Autor: Maria Alcina Pipolo (MTb/BA 915)


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Base tenta deixar sob o controle dos membros do executivo

> base de dos aliados do governo no trabalho do Senado para evitar IPR planalto Miss de Pal poderes edi medidas disposições rias.

Walter Pinheiro (PT - BA) introduziu uma alteração para ter alterações na proposta dos membros tr ácaro para criar a Comissão parlamentar que pode determinar a validade de cada medida.

O texto original, a Comissão dos 24 membros do Congresso poderia demitir deputados que não seguem rios crit "urg e nunca" é definido.

Com isso, o MP governa Bill, sem efetiva imediatamente. Uma análise teria que ocorrer no prazo de dez dias.

Rousseff Presidente estava irritado com o conteúdo da proposta, elaborada pelo senador COI Neves (PSDB-Minas Gerais). O planalto, a Comissão pode fazer a vontade de Secretário de membros.

Para o CIO, "ele não pode permanecer este impasse tico pat discutir olho MP em rel gio".

Pinheiro disse que ele tinha apresentado o projeto de lei para evitar o "voar". "N. concordo que um Parlamento de rio 24 plen é mais importante do rios plen das duas casas."



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Membros do MP e os juízes já não tem que fazer o exame de hiperactiva

Decisão é publicada no Jornal Oficial de sexta-feira. Terminação é assinada pelo Presidente do ATO

Os membros são de magistrados do Ministério público e juízes têm de fazer o exame. O Conselho Federal da ordem dos advogados do Brasil (OAB) tem revelado um despedimento traz novas normas e orientações para o exame para exercer a advocacia foi aprovado.

A decisão foi feita no dia 16, numa reunião do OAB completo nacionalmente e publicado no "diário oficial da união" sexta-feira (27). A versão assinada pelo Presidente do ATO, Ophir Cavalcante, determina que:

S. 1 do parágrafo único do art. 1 Despedimento n. º 136/2009, que "estabelece normas e orientações para a revisão da agenda", aplicam-se as seguintes:

"Art". 1... Parágrafo único. Estão isentos do exame dos requerentes de juízes e magistrados do Ministério público e ex-alunos alcançados pelo art. 7. Resolução n. º 2/1994, a Diretoria do Conselho Federal da OAB. »

Como bexiga hiperativa, a decisão irá incentivar a juízes, juízes e procuradores que querem defender após sua aposentadoria. O colégio foi estabelecido em 1963 e tornou-se obrigatório em 1994. Muitos juízes e magistrados do Ministério público que já estavam realizando a função antes dessa data não fez qualquer análise. Já, lei graduados que desejam tornar-se juízes e magistrados do Ministério público devem consultar para tornar a competição, que exigem três anos de advocacia.

Fonte: G1

Acompanhe-no Twitter:

http://Twitter.com/mpe_ms


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Membros do MP e os juízes já não tem que fazer o exame de hiperactiva

Decisão é publicada no Jornal Oficial de sexta-feira. Terminação é assinada pelo Presidente do ATO

Os membros são de magistrados do Ministério público e juízes têm de fazer o exame. O Conselho Federal da ordem dos advogados do Brasil (OAB) tem revelado um despedimento traz novas normas e orientações para o exame para exercer a advocacia foi aprovado.

A decisão foi feita no dia 16, numa reunião do OAB completo nacionalmente e publicado no "diário oficial da união" sexta-feira (27). A versão assinada pelo Presidente do ATO, Ophir Cavalcante, determina que:

S. 1 do parágrafo único do art. 1 Despedimento n. º 136/2009, que "estabelece normas e orientações para a revisão da agenda", aplicam-se as seguintes:

"Art". 1... Parágrafo único. Estão isentos do exame dos requerentes de juízes e magistrados do Ministério público e ex-alunos alcançados pelo art. 7. Resolução n. º 2/1994, a Diretoria do Conselho Federal da OAB. »

Como bexiga hiperativa, a decisão irá incentivar a juízes, juízes e procuradores que querem defender após sua aposentadoria. O colégio foi estabelecido em 1963 e tornou-se obrigatório em 1994. Muitos juízes e magistrados do Ministério público que já estavam realizando a função antes dessa data não fez qualquer análise. Já, lei graduados que desejam tornar-se juízes e magistrados do Ministério público devem consultar para tornar a competição, que exigem três anos de advocacia.

Fonte: G1

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Discutir os líderes de acordo com os votos dos membros

Líderes do partido se reúnem hoje quinze horas para discutir um acordo para votar esta semana. É a ordem do dia 11 legisladores, sete com vitórias de curso. Tabela 4. 5% correção do imposto (IRPF) e eventual inclusão na medida provisória de 527/11 regime diferenciado de assinaturas (RDC) para a Copa do mundo e os Jogos Olímpicos são os destaques da agenda da reunião plenária.

Para correção de GB, estabeleicida por MP 528/11, a oposição para negociar um aumento para recuperar pelo menos inflação no ano passado, que foi 5,91 com o índice de preços ao consumo (pica) e ampla 6. 46% pelo índice nacional de consumo de preços (INPC).

Trabalho de corte

A inclusão da RDC em 527/11 MP, criação de uma Secretaria de Aviação Civil está enfrentando a resistência da oposição. Na semana passada, para tornar a votação, o governo retirou a incluir normas para as obras da Copa no MP 521/10.

A reunião será realizada no gabinete da Presidência.

Proposta completa: MPV-527/2011.

MPV-528/2011.

Autor: Agência Conselho


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