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Senado aprova aplicativos para o CNJ e o CNMP

O Senado aprovou ontem sete indicações para o Conselho Nacional de Justiça (NYCS) e seis para o Conselho Nacional da coroa (CNMP). Um dos nomes para o CNJ teve que ser decidido através de votação no boleto. Advogado Dacher Keltner e legislativo Advisor Bruno Dantas nascimento disputaram vaga que se adapta ao Senado. Bruno Dantas foi escolhido por 43 votos contra 26.

Aprovou também foram indicações NYCs do juiz federal Sílvio Luiz Ferreira da Rocha, juiz Federal da Fernando Costa Tourinho Neto, o juiz trabalho Ney José de Freitas, j. José Guilherme Werner e advogado Gilberto Valente Martins. Ele foi renomeado para um advogado Jorge Helio Oliveira Chaves.

Para o Conselho Nacional do serviço público (CNMP) aprovado as nomeações de público - geral do trabalho Jeferson Luiz Pereira Coelho, promotores de Justiça Jarbas Soares Júnior e advogado Alessandro Tramujas Assad e deputado Almino Afonso Fernandes. Foram a justiça militar advogado Maria Esther Henrique Tavares e j. Taís Schilling Ferraz. (Agência Senado)


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CCJ Senado aprova novos nomes para NYCs

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovado na quarta-feira (29), durante o sábado, a indicação de três nomes para integrar o Conselho Nacional de Justiça (NYCS) por dois anos. Nomes aprovados pelo Ministro Carlos Alberto Reis de Paula, o contingente do TST, o Regional público procurador da República, Welington Cabral Saraiva (Procurador-geral da República) e a renovação do mandato do advogado Jefferson Luis Kravchychyn, indicado pela OAB.

Os nomes dos candidatos aqui, agora, na reunião plenária da casa e, se confirmada, a ser seguido para a nomeação do Presidente da República. O Presidente da CGA, Nelson Calandra, acompanhada do sábado.


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Taís adjunto Almino Afonso Ferraz e aprovado no Senado para o sábado CCJ

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) o sabatinou do Senado, nesta terça-feira (14.6.2011), indicado para a composição do Conselho Nacional do serviço público (CNMP) adjunto Almino Afonso Ferraz e Taís. O Presidente da associação nacional dos membros do público Ministério (CONAMP), César Mattar, Jr. e membros do Conselho de administração da entidade, seguido da reunião da CCJ.

Deputado Almino Afonso, indicado pela ordem dos advogados do Brasil (OAB) e Taís Ferraz, representante do Supremo Tribunal Federal (STF), que já são membros, cada 22 votos e agora aguarda aprovação da reunião plenária do Senado continuam a colegial no biênio de 2011-2013.

Durante o sábado, Taís Ferraz destacou a principal tarefa do CNMP, que, na opinião do magistrado, é o desafio da construção da unidade da ação da coroa, uma instituição "onde a independência e autonomia são muito caros". As conversações para aconselhar sobre a importância da transparência na MP e o Conselho. "Nós deve transmitir a sociedade coerente e mensagens não contraditórias," disse, argumentando que a população ser informados corretamente sobre todas as investigações em curso.

Perguntado sobre as ações do CNMP para esmagar os procuradores-operações de "suporte" em que a imprensa foram notificada com antecedência e tem estudado as pessoas expostas a divulgação nos meios de comunicação, deputado Almino Afonso disse ser a excepção e não a regra de desempenho inadequado do membro. Além disso, o segundo relatado nos últimos dois anos foram cinco casos de processos disciplinares efectuados pela Comissão. "Uma instituição que tem o dever de acompanhar as outras instituições não pode cometer irregularidades,", disse o representante da OAB.

Perfil

Taís Ferraz foi nomeado pelo Supremo Tribunal e juiz federal do Rio Grande Sul. Nos últimos cinco anos, coordenado, entre outros, programa de qualidade do projeto, Justiça Federal do RS e a descentralização dos tribunais especiais. Também serviu como um juiz da gestão Supremo Presidência Ministra Ellen Gracie e Gilmar Mendes.

Indicado pela OAB, deputado Almino Afonso em direitos humanos e controle no direito constitucional de lei e fiscal. Procurando um PhD da Universidade de Santa Fé, Argentina Católica. Membro do ATO em Mato Grosso, foi Presidente e diretor do Estado seccional.

(Fonte: Conamp)


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Indica que o CNMP e o CNJ são aprovados pela CCJ Senado

CCJ Senado aprova a nomeação de Maria Esther Tavares chamada o CNMP. O Presidente do acompanhamento sábado CONAMP. Indicado para o CNJ também foi aprovado pela Comissão.

O Comité sobre a Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou terça-feira (07), Maria Esther Tavares para o Conselho Nacional da coroa (CNMP), 2011-2013 biênio. O Presidente da associação nacional dos membros do público Ministério (CONAMP), César Mattar, Jr., participou da sessão. Jorge Hélio de Oliveira, conhecido por compor o nacional Conselho de Justiça (NYCS), também foi aprovado pela Comissão.

O sábado, Maria Esther, que é um consultor, falou das actividades de desenvolvimento CNMP. "O Conselho percorreu um longo caminho ao longo dos últimos dois anos, o controle e supervisão do procurador e em suas tarefas de coordenação e articulação nacional". A CCJ aprovou a nomeação por 19 votos.

O nome agora deve ser aprovado pela assembleia plenária do Senado. A previsão é de que a votação acontece amanhã (8). Mais tarde, a nomeação será enviada ao Presidente da República, Dilma Rousseff, responsável pela nomeação de administradores do CNMP.

Jorge Hélio de Oliveira também teve o nome com 19 votos e sua passagem específica foi aprovada pela assembleia plenária.

Maria Esther (à esquerda) e Jorge hélio (eds.) são sabatinados pela CCJ do Senado

CONAMP

Assessoria de comunicação

Imprensa@CONAMP.org.br

61 3314-1356/61. 8135 0944


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Senado aprova nomes CCJ CNMP e CNJ

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou terça-feira (31.5.2011) os detalhes do provedor de Justiça em Roraima Alessandro Tramujas, o provedor de Justiça Europeu na Minas Gerais Jarbas Soares e procurador-geral adjunto do trabalho, Jeferson, Coelho, para formar o Conselho Nacional da coroa (CNMP), 2011-2013 biênio.

Antes da votação, os senadores pertencentes a sabatinaram CCJ todos os candidatos, que ainda deve ser aprovado pela assembleia plenária do Senado. Alessandro e Jarbas nomearam departamentos CNMP públicas dos Estados-Membros. Jeferson Coelho representará o Ministério Público do trabalho (TPM) College.

Provedor de Justiça de Alessandro Tramujas, atuando na criminal e membro do Conselho superior do Ministério Público de Roraima. Foi procurador-geral de Justiça do Estado, corregedor geral do MP/RR e Presidente da associação do público do departamento de Roraima (Amper). Mestre em direito, ele se juntou a coroa em 1994. Para ser sabatinado, falou da importância do CNMP para o país. "CNMP e também o CNJ [National Council of Justice], são órgãos que deram certo". O CNMP é ainda em fase de lapidação e a tendência é crescer cada vez mais "." Alessandro foi aprovada pela CCJ por 22 votos a indicação.

Jarbas Soares, que entrou para o Ministério Público de Minas Gerais em 1990 e atualmente é o provedor de Justiça do Estado, falou sobre sua carreira em PD e desempenho na educação. A recorda que já procurador-geral de Justiça e que, com o título de Doutor Honoris Causa pela Unicor/MG, atuou como Professor de direito do ambiente e a escola dos acto eleitoral do MP e extração procuradores seccionais da ordem Brasil. A Comissão aprovou o nome como Jarbas do CNMP por 19 votos a favor e contra 1 e 2 votos vazios.

Jeferson Coelho, cuja declaração foi adoptada por 22 votos, assegurada, já que o Conselho vai funcionar, reforçando a interação entre o Ministério e a legislatura. "Sem que o Parlamento, não é nenhuma democracia." Sem democracia, não existe liberdade. "E sem liberade os seres humanos, não há sobreviventes," diz o procurador-geral, deputado do trabalho, que especialização, mestrado e doutorado em direito e atuou como advogado de Professor e o direito de trabalhar na instituição de ensino superior.

NYCs aprovou também aplicativos

Na mesma sessão foram apresentados para os quatro sabatinados CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Têm sido avaliados e aprovados pela Comissão, os nomes de Bruno Dantas Nascimento, Fernando da Costa Tourinho Neto, Marcelo Pinto Neves e Silvio Luis Ferreira da Rocha. O CNJ, composto por 15 Membros, controla as atividades dos órgãos administrativos e financeiros do poder judiciário, bem como supervisiona a execução de tarefas funcionais de juízes.

Bruno Dantas intitulado especialização, mestrado e doutorado na mesma área. Consultor para o Senado desde 2003, através de convites à apresentação de propostas, Bruno ocupa CNMP Advisor desde 2009, além de ser Professor de direito na Universidade do Distrito Federal.

Marcelo Neves tem masters, trabalho de doutorado e pós-doutorado em direito. Já exerceu a função de aconselhar o CNJ desde 2009, ano em que ele se formou, em nome do gabinete do seu escritório de advocacia. Também foi Professor de direito em várias instituições de nível superior no Brasil e no exterior.

Tourinho Neto e Silvio Rocha são juízes do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Tourinho Neto tem especialização em processo e também já foi procurador-geral e juiz federal, advogado, banqueiro, Professor da Universidade. Silvio Rocha tem mestrado e dois doutorados em lei. Foi também um juiz federal e Professor de direito.

(com informações Conamp)


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