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Classe Bahia realiza o ato e decide continuar a greve

BRASÍLIA-14/06/11 - geral reunião realizada nesta terça-feira [14], from hiperactiva bexiga-Ba [piedade], servidores judiciais federais decididas continuar a greve de baiano, que começou a 1 de Junho. Uma nova Assembléia será realizada sexta-feira [17], a.m., na justiça eleitoral. Em seguida será realizada uma conversa com o senhor Policarpo de Esmirna [PT - DF], relator do PL consistindo/09, que falará sobre o CPS.

Além disso, os servidores têm direito público esclarecer a população para a importância da valorização do serviço público, que inclui a adopção de PC [PL 6 613/9] e a desaprovação do PLP 549/09. Servidores afirmaram que, se for aprovado o PLP 549/09, serviços como saúde, educação, entre outros, podem piorar. Um servo da coroa da União congratula-se com a disponibilização de servidores judiciais federais na luta para a restauração do serviço público e convidados a fazer uma categoria de mobilização MPU para motivar a participação desses servidores para a greve.

O princípio, o ato agora seria um manifesto contra o posicionamento da bexiga hiperativa-Ba, que se situava nos servidores em greve. No entanto, contato com a União, o posicionamento da entidade que está aberta para negociação, reconhece o direito à greve da categoria e que querem simplesmente ser atenuados os danos que possam ocorrer durante a greve.

Logo após o anúncio, o coordenador da União que Rogério Fagundes participou de uma reunião com o Office comércio de TRT5 para tratar a lei que estabelece o percentual de servidores que trabalham no período da greve, bem como o poder cortes na ajuda e transporte. Para além da União, fazem parte dos representantes do escritório da Amatra [Associação dos juízes do Tribunal de Justiça do trabalho da quinta região], projeto [advogados Bahiana de associação do trabalho]. Os servidores da casa Considerando que a presença de um representante da OAB, mas por causa da reunião do grupo de negociação de tabela, Ricardo Caribé aparece apenas no final da casa.

A categoria também denunciou a terceirização da Polícia Federal nos aeroportos e alertou para a possibilidade de que ocorra o mesmo para a bancada federal. Com a privatização do serviço público, nem serão a educação, justiça, saúde para quem pode pagar, disse servidores.

Consulte o calendário de eventos na Bahia.
Na quarta-feira [15] -reuniões sectoriais no TRT comércio [h] e [h] JF
Quinta-feira [16] - Ato em Brasília unificada [h]
Agir em conjunto com outras entidades do público contra o PLP 549/09 e outros projetos contrária aos interesses nacionais, em Iguatemi [h]
Reuniões sectoriais no TRE [h]
Reunião do comando [após sector TRE].
Reunião com Dr. Felipe Jacinto TRF1 [BSB] sobre a ameaça de ponto de corte
Sexta-feira [17] - TRE [h] assembleia-geral, como a feijoada e entrevista com o Sr. Polycarpe, no Auditório do TRE [h].

Fonte: Sindjufe-BA.

Autor: prima


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LFC decide discutir a estrutura federal salarial para os servidores

Após um extenso debate sobre aplicação n. º 21/11, Sr. Reginald Lopes (PT - MG), os membros da Comissão de finanças e tributação da Câmara dos deputados (CFT) aprovada na reunião desta quarta-feira (1) promover uma audiência para discutir formas de compensação de funcionários federais.

Antes da votação, Reginald Lopes, autor do movimento e duas alterações apresentadas ao titular do SCP Board, defende isso intransigente, ele realizou uma audiência sobre o plano de empregos e salários do judiciário e MPU e respectivas alterações.

Mostrando uma posição contrária à solicitação do autor, Sr. Roberto Policarpo (PT - DF), relator do PL consistindo/09 para o LFC, disse que uma audição oral no PC é desnecessária, uma vez que o conteúdo da proposta foi debatido exaustivamente no trabalho do Comité, administração e serviço público (Ctasp) e que uma iniciativa desta natureza só mais iria atrasar a realização de projetos. Ele também entrevistou as alterações que, de acordo com ele, tem iniciativa de vício, alterando radicalmente a estrutura de remuneração do projeto original.

Pepe Vargas (PT - RS) também questionou o aplicativo no. 21 e pensei que se LFC são discutidos neste momento, a estrutura de remuneração que o debate é não somente nos servidores de planos de assistência judiciária e MPU, mas sobre a remuneração do serviço público federal todas as carreiras. Sr. Gaúcho também argumentou que a audiência pública, não poderia tornar-se um obstáculo para o gozo de PLs constituídos e 6697. No final de seu discurso, ele sugeriu que a aplicação é removida da ordem do dia e redesenho com novo conteúdo, contemplando sugestões.

Na ausência de consenso, uma vez que o Sr. Reginald Lopes bloqueado suas reivindicações, o Presidente da LFC, Cláudio Membrosfacultemassistência, sugeriu que a audiência pública para discutir a estrutura de pagamento em todo o serviço público federal, sem excluir qualquer análise de sua composição PLs e 6697. A idéia é que a audiência pública, tal como adoptada, é realizada no prazo de 15 dias.

Os coordenadores da Fenajufe e representantes de alguns Estados-Membros, que chegou a Washington para participar de uma escritura pública do STF compareceram a sessão da LFC. Coordenador Zé Oliveira, que estava na reunião, a Fenajufe irá acompanhar a evolução no que respeita a audição pública e manter o foco sobre a mobilização da categoria a abertura das negociações sobre projetos.

Fonte: Fenajufe


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SDI - 1 decide: alteração do nome da empresa deve ser nova procura

20 usuário (s) online sobre esta p gina27/5/2011

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Se a alteração do > em nome da empresa, durante o parto, busca de novas chamadas deve ser unida, dando poderes para defender porque ele inclui. Caso contrário, ser configurado irregularidade representa, invalidando o recurso. Foi que a decisão da Comissão posteriormente 1 é especializada em individual Superior Tribunal de Justiça de Diss dios, ontem (26) recurso juiz Roca Brasil Ltda.

Trabalho foi proposto contra Logasa S/r. ocorre e que, durante o, mudou suas razões sociais da Roca Brasil Ltda. a apelar para a classe de terceiros do TST, o sucesso da empresa pela irregularidade de representa. O relator, Ministro Alberto Luiz Bresciani Fontan Pereira, rejeitou o delito de empresa porque a ausência de novas pesquisas para concedido quando social é alterado.

A Roca se envolve com embargos SDI. Apresentou-se de que a mera mudança de raz social n o faz inv ler investigação anterior, com o antigo nome da empresa. O relator no SDI, Ministro Aloysio Corr da Veiga, concordou com os argumentos da Roca. De acordo com ele, a teoria de j. Cup solidificado no sentido de que as alterações nos nomes de raz forças sociais que buscam para legitimar as ações do Ministério que subscreve o apelo, sem conhecimento do recurso.

Ministro Aloysio para justificar seu voto, apresentou dois outros juízes do TST no mesmo sentido: um ministro Vieira de Mello Filho e um outro Ministro Brito Pereira. A decisão foi uma decisão unânime no sentido de fornecer embargos.


Fonte: TST

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SDI - 1 decide: alteração do nome da empresa deve ser nova procura

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Se a alteração do > em nome da empresa, durante o parto, busca de novas chamadas deve ser unida, dando poderes para defender porque ele inclui. Caso contrário, ser configurado irregularidade representa, invalidando o recurso. Foi que a decisão da Comissão posteriormente 1 é especializada em individual Superior Tribunal de Justiça de Diss dios, ontem (26) recurso juiz Roca Brasil Ltda.

Trabalho foi proposto contra Logasa S/r. ocorre e que, durante o, mudou suas razões sociais da Roca Brasil Ltda. a apelar para a classe de terceiros do TST, o sucesso da empresa pela irregularidade de representa. O relator, Ministro Alberto Luiz Bresciani Fontan Pereira, rejeitou o delito de empresa porque a ausência de novas pesquisas para concedido quando social é alterado.

A Roca se envolve com embargos SDI. Apresentou-se de que a mera mudança de raz social n o faz inv ler investigação anterior, com o antigo nome da empresa. O relator no SDI, Ministro Aloysio Corr da Veiga, concordou com os argumentos da Roca. De acordo com ele, a teoria de j. Cup solidificado no sentido de que as alterações nos nomes de raz forças sociais que buscam para legitimar as ações do Ministério que subscreve o apelo, sem conhecimento do recurso.

Ministro Aloysio para justificar seu voto, apresentou dois outros juízes do TST no mesmo sentido: um ministro Vieira de Mello Filho e um outro Ministro Brito Pereira. A decisão foi uma decisão unânime no sentido de fornecer embargos.


Fonte: TST

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SDI - 1 decide: alteração do nome da empresa deve ser nova procura

33 usuário (s) online sobre esta p gina27/5/2011

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Se a alteração do > em nome da empresa, durante o parto, busca de novas chamadas deve ser unida, dando poderes para defender porque ele inclui. Caso contrário, ser configurado irregularidade representa, invalidando o recurso. Foi que a decisão da Comissão posteriormente 1 é especializada em individual Superior Tribunal de Justiça de Diss dios, ontem (26) recurso juiz Roca Brasil Ltda.

Trabalho foi proposto contra Logasa S/r. ocorre e que, durante o, mudou suas razões sociais da Roca Brasil Ltda. a apelar para a classe de terceiros do TST, o sucesso da empresa pela irregularidade de representa. O relator, Ministro Alberto Luiz Bresciani Fontan Pereira, rejeitou o delito de empresa porque a ausência de novas pesquisas para concedido quando social é alterado.

A Roca se envolve com embargos SDI. Apresentou-se de que a mera mudança de raz social n o faz inv ler investigação anterior, com o antigo nome da empresa. O relator no SDI, Ministro Aloysio Corr da Veiga, concordou com os argumentos da Roca. De acordo com ele, a teoria de j. Cup solidificado no sentido de que as alterações nos nomes de raz forças sociais que buscam para legitimar as ações do Ministério que subscreve o apelo, sem conhecimento do recurso.

Ministro Aloysio para justificar seu voto, apresentou dois outros juízes do TST no mesmo sentido: um ministro Vieira de Mello Filho e um outro Ministro Brito Pereira. A decisão foi uma decisão unânime no sentido de fornecer embargos.


Fonte: TST

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