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Procurador da República defende a liberação da maconha Março

O procurador geral adjunto da República, Deborah Duprat, reeleição no Supremo Tribunal Federal (STF) a saída da "Marcha da maconha", um evento que reúne os manifestantes para a legalização das drogas. O país reforçará os argumentos para lidar com este debate, que será transnacional, disse.

Sinais Duprat, a ação (ADPF 187) arquivada para o Supremo Tribunal em julho de 2009 para permitir o movimento sob o argumento de que impedi-lo significa restringir a liberdade de expressão. No momento, ela foi temporariamente para o cargo de procurador-geral da República.

Esta tarde, vice-procuradora reiterou os argumentos que o Supremo Tribunal interpretado seção 287 do Código Penal, para que ela não impede "Walking maconha" ou qualquer manifestação pública em defesa da legalização da droga. O dispositivo afirma que é um crime para fazer o criminoso"desculpas" ou "autor".

Qualquer forma de censura do conteúdo do discurso e o que é expresso Duprat, constitui uma grave violação da Constituição Federal. Ela explicou que isso não significa que a liberdade de expressão é um valor absoluto, mas isso não pode ser limitado aos argumentos sólidos. Duprat classificado como a antítese da democracia, o estado impedir a expressão das minorias.

De acordo com a vice-procuradora, no caso de uso de drogas, debate público é valioso e o intercâmbio de idéias que permite antes ou na parte traseira nos argumentos. O debate é única e exclusivamente a liberdade de expressão como uma dimensão de parte integrante da dignidade humana e a dimensão pública, democrática e plural da sociedade brasileira, disse.

A procuradora citado vice, incluindo a participação do ex-Presidente do programa fantástico República Fernando Henrique, TV Globo, para defender o uso da maconha para o Brasil. Presidente feito uma apologia ao crime? Em que distinguem aqueles que querem discutir (a) em ambiente público?, remissão em questão.

Ela também negou que o "marijuana" é uma desculpa para consumo colectivo de narcóticos. Aqueles que pensam que eles têm a censura prévia, disse.

RR/AD.


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STF julga hoje libera��o de marchas pela legaliza��o de drogas

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>Bras?lia - Est? na pauta de julgamentos de hoje (15), no Supremo Tribunal Federal, a a??o que pretende liberar a realiza??o de passeatas pela legaliza??o de drogas no pa?s, em especial da maconha. A a??o foi proposta em 2009 pela vice-procuradora Deborah Duprat, quando ocupava a chefia interina da Procuradoria-Geral da Rep?blica  (PGR). O relator da a??o ? o ministro Celso de Mello. 

Para Duprat, uma interpreta??o equivocada da legisla??o penal tem levado a Justi?a a proibir as marchas pela legaliza??o de drogas. Ela afirma que muitos ju?zes t?m cancelado esse tipo de evento alegando que os manifestantes est?o fazendo apologia ao uso de drogas, o que ? vedado pelo C?digo Penal. Entretanto, a procuradora lembra que o entendimento restringe o direito fundamental da liberdade de express?o.

As primeiras passeatas pela legaliza??o da maconha surgiram no Brasil no in?cio da d?cada de 2000, seguindo uma tend?ncia mundial que come?ou nos dez anos anteriores. Os eventos s?o realizados tradicionalmente no m?s de maio e em quase todas as edi??es houve problemas com a libera??o na Justi?a.

Neste ano, estavam previstas pelo menos 20 marchas em capitais e cidades do interior. Em S?o Paulo, os manifestantes entraram em conflito com a Pol?cia Militar (PM) na marcha realizada na Avenida Paulista, no dia 21 de maio. Os PMs chegaram a usar bombas de efeito moral e balas de borracha para dispersar manifestantes. Em Bras?lia, a marcha tamb?m foi proibida, mas ocorreu mesmo assim com o nome Marcha da Liberdade de Express?o.

A maioria das a??es que tentam barrar as marchas pela legaliza??o de drogas ? do Minist?rio P?blico dos estados, enquanto a a??o que pede a libera??o dos eventos ? do Minist?rio P?blico da Uni?o.



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